cuide bem da sua rosa

Cuide bem da sua rosa…

Elas podem negar, falar que é cafona.
(Rosas? TSC!)

Mas pode crer meu amigo, elas gostam!
Muito mais do que um presente,
elas vão se sentir lembradas e valorosas.

Eu sou do tipo de cara que ainda gosta
de presentear com rosas a uma mulher.

O problema de dar rosas é que elas não duram.
Mesmo colocando na água, não vamos conseguir
prolongar muito o tempo de vida dela.

Mas pense um pouco…
Ela estava lá na roseira, toda serelepe pimpona,
cheia de vida em seu caule, até que alguém foi lá
e a tirou de seu sustento.

Ela não consegue se adaptar em tão pouco tempo,
longe de seu caule, a novas formas de conseguir
seu alimento pois sua raiz ficou em outro lugar…

Você já sentiu o perfume de uma rosa?
Pois bem, ela começa a perder o seu perfume.
Sabe aquelas pétalas lisas? Já não possuem tanta beleza.
Quando você vai ver, ela vai estar feia. MORTA.

E mesmo depois de morta, saiba que ela não perdeu o seu valor.
Ela ainda consegue ser lembrada.

(…)

Sabe, eu gosto de cuidar de rosas.
Da rosa Sofia, da rosa Luiza, da rosa mulher.
Da rosa que mostra que o amor vai muito mais além
do que os olhos podem ver,
da rosa que você cuida exclusivamente com o seu coração.

Ela consegue se adaptar em tão pouco tempo,
que é capaz de criar uma nova raiz com a
maior das suas forças: o amor.

Você já sentiu o perfume de uma mulher?
Pois bem, foi pra te agradar meu caro.
Sabe aquela pele lisa e macia? Ela quer estar sempre bela pra você.
Ela dá sempre o melhor pra você.
Então não deixe este encanto morrer.

Esta rosa tem sentimentos, ela responde a estímulos.
E se ela não for cuidada?
Os sentimentos morrem e podem
criar raízes em outros jardins.

E acredite meu caro!
Esta rosa, mesma que morta,
vai ser lembrada pois ela te deu todos os seu encantos.
Da raiz que havia em seu coração, sobrou os espinhos,
que te faz lembrar a todo instante, que você não
soube cuidar do seu maior bem.

Cuide bem da sua rosa!

 

 

“Ela é sozinha, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela que eu reguei.
Foi ela que pus sob a redoma. Foi ela que abriguei com o para-vento.
Foi por ela que matei as larvas (exceto duas ou três, por causa das borboletas).
Foi ela que eu escutei se queixar ou se gabar,
ou mesmo calar-se algumas vezes, já que ela é a minha rosa…

Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante…

Vai ver as rosas. Assim compreenderás que a tua é única no mundo.
Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.”

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